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Ensenada Não estive em Ensenada. Quer dizer acabei indo até lá mas não entrei na cidade. Bem, na verdade desci antes pois vi uma fazenda, e lá acabei alugando um par de cavalos para conhecermos a outra beira do Llanquihue. Confesso que fiquei constrangido. Primeiro com a altura do cavalo, me senti andando em um pônei. Segundo por que o estribo deles é muito legal , entalhado na madeira, mas pro meu pezinho 45 nem o dedão da bota entrava. |
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| O estribo entalhado em uma única peça de madeira.(Minúsculo!) |
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Pra terminar o Sr. Gustav fez questão de nos acompanhar a pé mesmo, segundo ele pra evitar que os cavalos se assustassem a toa. Achei que ele tava mesmo era com medo de que nós fizéssemos merda, disparássemos com o bicho ou coisa assim. Na volta acabamos sentando pra conversar na varanda, com ele e sua esposa Rubita. Um dos papos mais gostosos da viagem. Ambos além de tocar a fazenda, era professores em uma escola rural. Gente pra lá de amistosa. Provei um küchen (a cuca gaúcha), pan amasado com chicharrones (pão com torresmo), e harina tostada: uma mistura que os camponeses carregam pro mato e tomam com água gelada pra refrescar. Nos despedimos e voltamos pra Puerto Varas. Era hora de pegar as mochilas e um ônibus noturno pra Santiago. |